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Marítima Lyrics
- Genre:Soul
- Year of Release:2024
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Lyrics
Eu vaguei, eu vaguei os sete mares vaguei, vaguei
Abandonado como um deus do mar
Com a invenção dos aviões que tomaram o lugar
Na prece das embarcações que vagavam por lá
Sigo sem suas orações até você voltar
Tô só uma letra brasileira de Charles Bukowski
Vento de sete cordas, violão de sete nós
Solos do Baden Powel numa harmônica menor
Do artista o seu estado pior
Do tronco só o toco, coco sem água, oco
O médico sem monstro, oh a solidão do moço
São Paulo sem um troco, peixe sem água fria
Seu ouro sem os outros, Nordeste sem Bahia
Abandonado como um deus do mar
Com a invenção dos aviões que tomaram o lugar
Na prece das embarcações que vagavam por lá
Sigo sem suas orações até você voltar
Abandonado como um deus do mar
Com a invenção dos aviões que tomaram o lugar
Na prece das embarcações que vagavam por lá
Sigo sem suas orações até você voltar
Enredo bom a beça, O Pagador de Promessas
Melodias pra gente, silêncio aos inocentes
Que Horas Ela Volta, hoje a solidão apronta
Sonhos de liberdade em frente ao mar de Casablanca
Sigo uma estrada mal iluminada
Olho na direção de casa mas não vejo nada, vejo nada
Luz de farol antigamente os bares da calçada
E eu não sinto nada, sinto nada
Abandonado tipo a Deus dará
Como o calor dos aviões querendo mergulhar
O casco das embarcações querendo flutuar
A cabeça nunca presente sempre em algum lugar
Eu vaguei, eu vaguei os sete mares vaguei, vaguei
Já nesse tempo o lúcido planeta
Que as horas vai do dia distinguindo
Chegava à desejada e lenta meta
A luz celeste às gentes encobrindo
E da casa marítima secreta
lhe estava o deus nocturno
A porta abrindo
Abandonado como um deus do mar
Com a invenção dos aviões que tomaram o lugar
Na prece das embarcações que vagavam por lá
Sigo sem suas orações até você voltar
Abandonado como um deus do mar
Com a invenção dos aviões que tomaram o lugar
Na prece das embarcações que vagavam por lá
Sigo sem suas orações até você voltar