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Mantra Lyrics
- Genre:Hip Hop & Rap
- Year of Release:2024
Lyrics
Eu só não sei o que é que queres que eu diga memo sou
O último a sair do barco
Fico memo entorno o casco
Sem sequer perder o rasto
Ao fim de tanta milha dada
No fim serei o fim serei um anti-brother
O cheiro a alecrim não vai tenir á pala
Se minto cai-me a ficha q tava fixada
Mas és bruto, calma
Põe os olhos na estrada
Essa mão nervosa não se abre pra nada
Findas essas fintas então a gente fala
Não custa dar de fuga tou a sair da sala
A bem dizer vivo a ser o gajo que tem a mala sempre pronta pa abalar
E nem a sina me cala
Á pala do que é bala na cabeça estala o verniz
100% a ser focado no 100% feliz
Ao fim ao cabo deixo-me levar no que é conforto
Enquanto o rejeito boy sacudo e meto lodo
Não me incomoda de estar um pouco torto
De ser saco de areia pa absorver tanto soco
De ver a cor da veia a querer sair mais desse corpo
De ver que não tem feira que me mostre o meu desporto
Sinto-me solto hey
Faço do esforço o bem
Pa um dia ver sorrir a nossa mãe
Do universo cria cada um o que é da sua
Vida no rescaldo da preguiça tas na rua
Visitei a lua pra ver de mais de longe
Paciência nunca acaba pa quem tem traje de monge
Assumo que o passado tem coloração do dia
E se eu soubesse então faria como fiz ainda hoje
Bico calado, inferno
O que eu admiro tu temes
Só pinto pa poder vagar os remos
(bro)
E eles que remem toda essa água
Transborda nessa gente toda empacotada em nada
Aprende que o que é vento nunca faz tombar a escala
E eu falei em ser diferente e o demente a querer comprá-la
Tenta mais por dentro e faz é frente á tua mala
Porque a bagagem só se pede a quem não pensa em querer usá-la
Sei que sou com tempo pois sem tempo eu não sou nada
E agora vou fazer dessa padrada uma almofada
Eu crio a minha cena enquanto tentam imaginá-la
Tento então compensa vou parecer um marginal a
Ver que o ser mais lento é só decente a não ter nada
Nada me fala, como o destino canta
Quando já nada entala vê tou a cuspir um Mantra
Prego e faço o bem, a quem respira o memo O2
Sempre focado no que è a vida de um outro
Porque as versões, são sempre só versões
É tipo querer saber o que é que eu penso plos refrões
Fica curto, boy não sou só estudo
Também sou talento, uma visão e muito escuro
Tudo a seu tempo vou cobrar a cada fruto
E voltar a sonhar como fazia em miúdo
Fico-me por casa a construir laje do mundo
Que um dia è só pra mim, pó meu presente e pó futuro
E quando vir chegar o dia
De viver da fantasia
Não vou dar nada à razia provocada plo tumulto
Aplico o que eu aprendo da experiência sobra medo
Mas o meu dia eu tou a vê-lo, e vai chegar se Deus quiser
Tou a ver tudo ao memo
Mas não tenho em mim segredo
Que me faça olhar praí
E querer meter a minha colher
Sei que sou com tempo pois sem tempo eu não sou nada
Agora vou fazer dessa padrada uma almofada
Eu crio a minha cena enquanto tentam imaginá-la
Sei que sou com tempo pois sem tempo eu não sou nada
E agora vou fazer dessa padrada uma almofada
Eu crio a minha cena enquanto tentam imaginá-la
Tento então compensa vou parecer um marginal a
Ver que o ser mais lento é só decente a não ter nada
Nada me fala, como o destino canta
Quando já nada entala vê tou a cuspir um mantra